sábado, 31 de janeiro de 2009
Noite passada...
Porque hoje eu vou "praí" te ver
E tira o som dessa TV
Pra gente conversar
Diz pro bamba usar o violão
Pede pro Tico me esperar
E avisa que eu só vou chegar
No último vagão
É bom te ver sorrir
Deixa vir à moça
Que eu também vou atrás
E a banda diz: assim é que se faz!
RAPIDAMENTE
Seguido de um beijo quente
Meio sem porque
Me entrego ao pecado
Arranca minha roupa
E olha nos meus olhos
Tudo aconteceu como eu não planeja
Mas tesão é assim
Faz a brasa branca
Virar a mais quente chama
Nada de compaixão naquele beijo bem dado
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
DIAS CHUVOSOS, LOS HERMANOS E CORAÇÃO PARTIDO
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
good vibrations \o/
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
*** requer mudanças
Mulher com cara de menina, que não sabe cantar, tem insônia e sonha antes de dormir. Ela fala alto mas é mansa, chora em filmes e por amor, gosta de poesia e orações, normalmente confia demais, diria que é ingênua. Vive sozinha, gosta de fugir de casa, fala consigo em voz audível e acredita em fadas.
Na utopia, ela se esquecia de Marx ou Stalin, fingia que em Cuba tudo dava certo, sonha com Che e seus amor. Achava que poderia viver assim, no mundo paralelo e alternativo para todo o sempre, esquecia de seus princípios e de seu príncipe. Como era boba essa Fernanda.
Por seu Aurélio pecou, não mais que um simples pecado, mas um erro que se fez dor. O amor se tornou ferro quente e ela achou que a ele sempre poderia amar, mas a dor ela sentia a fez novamente acreditar que era tudo conseqüências, pois até Cuba vai bem. Achou que podia ditar o fim da historia sem nem sequer ter vivido. Essa Fernanda!
Dentro das utopias do mundo perfeito, se entregou aos sentimentos dos boleros latinos. Entregou os pontos quando a banalidade avançou sobre ao seu mundo de rosas vermelhas. O amor sincerista que nutria no seu coração comunista virou pecado vermelho, como o sangue que percoriam suas veias finas. Como era pequena essa Fernanda.
Quando tarde demais percebeu que seus sonhos eram ilusões de Dom Quixote. A solidão já era amiga, lágrimas cobriram suas guias dos seus caminhos e perdida agora ela estaria dentro dos planos sonhados que jamais seriam vividos. Sem fadas e nem direção, queria sair da redoma que ela mesmo se prendeu. Como era tonta essa Fernanda.
Ela tinha pecado, amou demais e se esqueceu de si. Pensou que as coisas só seriam felizes para sempre em Cuba.Lembrou que o sangue era quente mas não latino o suficiente para aquele amor e que tudo foi em vão. Amores como esse não existem outros iguais, são apenas sonhos que moram nos mundos cheios de rosas vermelho sangue.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
VERMELHO
Que seja intenso como o meu sangue latino
Fazendo da minha boca o pecar